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O que é estudar, você já pensou nisso, sabe como desdobrar essa atividade que, para muitos, é extremamente chata? | Exame da OAB, ENEM, vestibular ou concurso | Daniel Pereira Coach - Treinador de Concurseiros

Olá, Daniel Pereira aqui e vamos direto ao ponto, sem enrolação.



Tenho uma filha de sete anos e, dia desses, lá estávamos nós estudando para uma prova de ciências, dela (da segunda série).



E, na medida em que a nossa conversa avançava, eu fui percebendo o quanto ainda estamos crus, aqui no Brasil, em matéria de metodologia de aprendizagem.

Isso me levou à reflexão de hoje e a reforçar minha metodologia de estudos (conheça-a, CLIQUE AQUI).

Estudar exige ação. E esse movimento necessita ser feito com método, isto é, precisamos estabelecer certas práticas, produtivas, que nos levarão ao aprendizado pleno, ou, ao menos, ao aprendizado satisfatório.

Dissecando um pouco mais, aprender e reter esse conteúdo nos exige duas ações.

A primeira, compreender. Isso significa fazer a ligação entre nós (sujeitos) e o objeto externo (o livro, o filme, o PDF etc), colhendo o significado dessa relação.

O que nos liga a esses objetos, além do toque, tato, a nossa observação etc, é uma espécie de fio invisível sobre o que eles nos falam, o que eles nos trazem, nos dizem. Essa ligação precisa ser entendida e reforçada.

Aliás, muito do nosso desinteresse pelos estudos, de um modo geral, vem daí. Isto é, essa linha “virtual”, que já é fraca por natureza, acaba sendo danificada, cada vez mais, exatamente pela falta de reforço dela.

Explico com o exemplo da minha filha. Em ciências, estávamos estudando o tema “ambientes terrestres”. 

Primeiro, joguei luz sobre o tema. Peguei um papel A4 e escrevi um fluxograma. Nele coloquei, no canto esquerdo, a expressão “ambientes terrestres” e perguntei a ela se essa expressão lhe era familiar e se sabia explicá-la. Depois, com a nossa leitura, fui colocando os demais elementos no papel, dissecando o tema, como se fosse um sobrevoo sobre o que estávamos estudando, não me descuidando de fazer as ligações entre uma coisa e outra, sempre usando pequenas setas.

Então, passado um primeiro momento, que eu chamo de “iluminação do caminho”, ela já sabia, por conta do sobrevoo, o que estávamos estudando. Daí, para continuar o estudo, foi fácil. No caso dela, como é criança, a cada avanço eu destacava um exemplo que tínhamos visto no canal a cabo do discovery. Isso tudo, depois, ficou familiar para ela.

Portanto, esse primeiro momento é o da compreensão.

A segunda ação é a da fixação. E nela há duas coisas.

Uma, todas as situações de estudo exigem, para que o conteúdo seja lembrado por mais tempo, que façamos revisões periódicas. E isso deve ser feito por meio de palavras-chave, onde vamos buscar o conteúdo já estudado que, portanto, já deve estar em algum lugar na nossa mente.

Duas, há casos em que precisamos decorar certos conceitos. 

Daí entra a repetição do conceito já compreendido, quando podemos usar mnemônicos curtos, flash cards ou determinadas musiquinhas especialmente criadas para esse fim.

Enfim, em resumo, estudar é um ato que exige dois momentos; compreensão e fixação.

O resto é comprometimento.

Fez sentido?

É isso.

Obrigado por ter lido.

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