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Concurso e sete dicas para a vida


Olá, como vai?

Daniel Pereira aqui.

Pois bem, sugerido por alunos, reuni, aqui abaixo, sete regrinhas básicas de como ser melhor, como ter uma vida mais ativa e, de quebra, ser aprovado em concurso público. 

São conselhos de pai para filho.

Vamos lá?

Um. Não sinta pena de si mesmo. A autopiedade gasta tempo, gera emoções negativas e estraga relacionamentos. Veja o que há de bom no mundo e aprecie o que você é e já tem. Comece a ter gratidão pelas pequenas coisas, isso opera milagres.

Dois. Controle a si mesmo. Comande a sua vida rumo às suas metas. Escolha a vida que você quer levar e toque adiante.

Três. Não fuja das mudanças. Elas podem assustar, mas são cruciais para o crescimento. Não hesite em dar o passo, quanto mais você se intimida mais difícil fica. Você verá que cada passo lhe trará uma nova possibilidade.

Quatro. Preocupe-se somente com o que pode controlar. Nem tudo está sob o nosso controle. Essa tentativa vã só traz ansiedade e infelicidade. O seu controle está dentro de você e nunca fora.

Cinco. Não queira agradar a todo mundo. Querer agradar as pessoas só gera perda de tempo, não é possível, nunca. Ademais, como saber o que o outro quer, de fato?

Seis. Corra riscos, sim, mas riscos calculados. Não se jogue sem antes avaliar a situação. Coloque no papel os prós e os contras. Isso evita muita dor de cabeça.

Sete. Não more no passado e nem no futuro. Fique no presente, de corpo e alma. Nosso cérebro não entende de tempo, logo ele reage à emoção a que o submetemos. Sofrer por algo que não está no aqui e agora, além de embrutecer a alma, faz o corpo ser bombardeado com substâncias nocivas.

Pronto. São sete regras de ouro que nos fazem enxergar a vida tal qual como ela é.

Pense e experimente. Não custa tentar.


No mais, obrigado por ter lido até aqui.


Concurso público - você receberá somente um sim e vários nãos


Quero lhe propor uma pausa para reflexão.

“Acostume-se com o “não”. Você irá ouvi-lo para o resto da vida.”

Tal frase, dita por alguém muito especial para mim, tem a sua verdade, ainda mais quando estamos estudando para concurso público. Vamos colecionando “nãos” a cada certame, é o “não passou”, “não foi dessa vez”, “não deu”, “não era pra mim”, “não rolou”...

Pois lhe digo. O concursando precisa ter um alto grau de resignação. Já conheci, nesses mais de quinze anos atuando como treinador de concurseiros, muitas pessoas que não tinha essa resiliência. 

Sucumbiram aos nãos, poucos ou muitos que receberam. E a situação, para alguns, ficou tão tensa que adquiriram uma espécie de “estafa psicológica”, um bloqueio para qualquer assunto relacionado a concurso. Desligaram-se desse mundo competitivo.

Mas quero falar do sim. Esse nos interessa de perto.

Notou que só precisamos de um “sim”, unzinho resolve o nosso problema. Na minha experiência cotidiana já vi (e vivi) muitos “sins” homéricos, ah... que me fizeram (e aos que acompanhei) saltar, vibrar de alegria. O nosso “sim” é o “sim, agora deu”, “sim, passei”, “sim, meu nome está na lista”, “sim, vou assumir, tomar posse”...

Muitas vezes a próxima resposta da vida, para nós, será um “sim”. Como saber? Quem estuda sabe, sente que o seu dia está chegando. É só mensurar sempre.

E você, meu caro leitor(a), em qual encruzilhada a vida o(a) colocou? Está com muitos “nãos”? Será que está perto do “sim”, do seu “sim”?

Espero, de coração, que você esteja trilhando o caminho. Pois, se você tem um objetivo, qualquer que seja, e está fazendo a sua parte, com amor (como dizia o Ayrton Senna) os percalços servirão para lhe fortalecer.

Pense nisso.

No mais, muito obrigado por ter me acompanhado nesta leitura.

Três dicas essenciais para você que está estudando para concurso público.

         

        1. Tenha uma meta
Muita gente quer alcançar dias melhores, sonha em ter uma casa nova, um relacionamento novo, uma cidade, até um País novo. Mas esquece de traçar a meta.
Sim, ficar só no mundo das ideias não dá certo. Coloque o seu plano no papel, escreva-o. Mas, cuidado. É preciso que o seu plano seja racional. Chamo isso de “plano do dia perfeito” e deve conter os seguintes requisitos: a) ser específico (não dá para escrever que quer passar em concurso em 2017. Você deve especificar em qual concurso deseja ser feliz); b) Ser alcançável (muitas pessoas colocam para si planos mirabolantes, mas que não são alcançáveis. Se você quer ser aprovado em concurso, seja o mais correto consigo mesmo e coloque-se uma meta alcançável. Certa feita um aluno me disse que queria ser Juiz Federal em no máximo cinco anos. Detalhe, ele sequer tinha começado o curso de Direito. Daí não dá.); c) Ser fracionável (isto é, que possa ser desdobrado em pequenos planos semanais. É o processo do método cartesiano, dividir as coisas grandes em unidades simples a fim de que as tarefas possam ser realizadas; d) ser mensurável (o plano deve sofrer constante mensuração para corrigir eventuais desvios de rota).

2.      Tenha um roteiro
Bom, depois de organizar a meta é hora de fazer o roteiro, o mapa do caminho, como chamo. Isto é, como fazer para alcançar a meta? Nessa hora precisamos, nós, os estudantes de concurso, fazer um pequeno cronograma de ação. Distribuir as tarefas a serem feitas no decorrer dos dias que se passarão. Também, aqui, é importante colocar no papel esse mapa.

3.      Fique sempre no presente
Convivo com concurseiros desde meados de 1993, quando fiz o meu primeiro concurso. Era para procurador de uma Autarquia federal. E, desde lá, confesso que convivi com muita gente que nunca estava de corpo e alma nos estudos. Viviam (e eu mesmo fui assim) ou no passado ou no futuro. Viver preso a essas duas realidades nos tira do presente. O problema é que é no aqui e agora que as coisas acontecem e, depois, produzem efeitos no futuro. Procure, da próxima vez que sentar para estudar, ficar com a mente no presente e faça (o que tiver) com amor.

Gostou do artigo? Mande-me um recado, aqui no blog tem como você me achar. Mencione seu interesse, qual concurso público quer e se há concurso aberto.



Será que você já não desistiu do concurso e ainda não sabe disso???


Pergunta estranha, não?

Pois bem, recentemente dei uma palestra motivacional para concurseiros e, no final, um aluno veio me contar algo interessante. Dizia ele que estuda sem parar e nada de ser aprovado em concurso. 

Depois de um papo de quinze minutos sugeri, com a pergunta acima, uma reflexão sobre o assunto. Parece que surtiu efeito.

Então e você? Estudar de uma forma descompromissada, amadora, sem estratégia, já não será um indício, forte, de que você desistiu e nem sabe?

Conheci muita gente que entrou no mundo dos concursos para se encostar, para fazer de conta de que está fazendo algo na vida. Daí, quando a namorada, esposa, marido, pais, enfim, os amigos perguntam, a pessoa diz, com um certo orgulho: “estou estudando para concurso”. Isso é tão repetido que vira um mantra. Vira um auto-engano. Pessoas assim têm um propósito, que é o de “não ser aprovado”. O problema é que muitas sequer sabem desse desejo tão íntimo.

O seu caso é o mesmo? Se for, sempre é tempo de mudar, de trocar o disco, de melhorar.

Não seja como o pato que entra na água e não se molha.

Obrigado por ter lido até aqui.


Abraço afetuoso, valeu!

Estudar dá ansiedade?


Agora vai, está chegando a sua hora de ser aprovado.

Agora vai, está chegando a sua hora de ser aprovado.

Olá, como vai, tudo bem?

Eu sou o Daniel Pereira Coach, treinador de concurseiros, treinador de pessoas interessadas na aprovação em concurso e, consequentemente, em tomar posse no tão almejado cargo.

Já me submeti, seguramente, há mais de quarenta concursos (de controlador de voo à Magistratura Federal). Muitos desses concursos foram feitos, por mim, para acompanhar alunos, para me desafiar e para construir uma metodologia de estudos (essa parte fica para um outro dia). Na minha dedicação aos certames públicos, estou há mais de quinze anos treinando concurseiros. Ah, também já fui Professor de Direito Público (Constitucional e Administrativo, sempre procurando descomplicar o Direito). Na semana passada um dos meus alunos trouxe algo sério demais para passar despercebido. Por isso quero compartilhar a experiência.

Disse-me ele: “- Professor, quero tanto ser policial federal, prestei o últimos concurso, treinei, tenho aptidão física, fiquei um ano só estudando para isso e, na hora "h", falhei, fiquei abaixo da nota de corte. Embora deseje muito isso, meu problema é que não me vejo sendo Policial.”

Tais palavras fizeram eco em mim. Será que você não está enfrentando um problema parecido?

Olhe, estudar para concurso tem uma porção gigante de subjetivismo. Desde a decisão de começar até o último instante, estamos nos submetendo a uma vontade latente, bem nossa. Encarar nossos medos e anseios faz parte do caminho. Aliás, a solidão de quem estuda é digna de vida em mosteiro. O recolhimento necessário muitas vezes nos leva a profundas reflexões. Dentre elas pode ser que venha a de “não acreditar”, a de “não se ver lá’.

É preciso acreditar no que se faz. A cada vez que eu creio que consigo minha energia está sendo colocada em ação. E crer, imaginar-se no local do futuro trabalho, construindo imagens mentais poderosas em direção ao sonho... bem, tudo isso alimenta ainda mais a nossa vontade, o nosso desejo de estar lá. 

A imaginação vem sempre antes da ação. Aliás, tudo nasce no mental: das invenções até os grandes projetos arquitetônicos.

E você, acredita no seu sonho? Pensa ser capaz? Ou o que você faz é só “fogo de palha”?

Pense nisso.

Um abraço afetuoso, valeu!
 
 
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