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Salário de 11 mil - Últimos dias - Concurso para Receita do Paraná

O governador do Paraná, Beto Richa, autorizou a abertura de concurso público para preenchimento de 100 vagas no cargo de Auditor Fiscal "A", integrante da carreira de Auditor Fiscal da Coordenação da Receita do Estado do Paraná.


O salário é de R$ 11.046,64. As inscrições já estão abertas e podem ser feitas até o dia 21 de setembro. As provas objetivas estão marcadas para 21 de outubro.

O edital 095/2012 pode ser consultado em www.cops.uel.br. Do total de vagas, cinco são reservadas para pessoas com deficiência e outras dez para afrodescendentes. O último concurso para essa carreira foi realizado em 1994.

Suspenso concurso da Polícia Federal

Complementando a notícia sobre a suspensão do concurso da polícia federal, veja abaixo:
O Centro de Seleção e de Promoção de Eventos da Universidade de Brasília (Cespe/UnB), organizador do concurso da Polícia Federal para 600 vagas de delegado, escrivão e perito criminal, informou em seu site que a seleção está temporariamente suspensa. De acordo com a instituição, novas novas informações serão divulgadas nos sites dos concursos: www.cespe.unb.br/concursos/dpf_12_perito, http://www.cespe.unb.br/concursos/DPF_12_delegado e http://www.cespe.unb.br/concursos/DPF_12_escrivao, em data oportuna.

O comunicado se deu após decisão liminar desta semana do presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Ayres Britto, que determinou a suspensão do concurso até que a União reserve vagas para deficientes físicos nos editais. As inscrições para as 600 vagas, todas de nível superior, foram encerradas na segunda-feira (9). Por meio de sua assessoria, a Advocacia-Geral da União (AGU) adiantou que irá recorrer da decisão. Para o órgão, a carreira policial não é compatível com deficiências físicas.
A liminar é para “suspender os concursos públicos para os cargos de escrivão, perito criminal e delegado de Polícia Federal, até que a União publique editais retificadores estabelecendo reserva de vagas aos deficientes físicos”.

A determinação do ministro foi tomada na Reclamação (RCL) 14145, na qual o Ministério Público Federal (MPF) aponta que os editais dos concursos descumprem entendimento da ministra Cármen Lúcia Antunes Rocha, que, ao analisar processo relacionado ao caso – o Recurso Extraordinário (RE) 676335 –, decidiu que a jurisprudência do Supremo é no sentido da obrigatoriedade de destinação de vagas em concurso público a portadores de necessidades especiais.
Segundo Ayres Britto, em 2002, o MPF ajuizou uma ação civil pública pedindo a inconstitucionalidade de qualquer regra que restringisse o acesso de portadores de necessidades especiais à carreira da Polícia Federal. Esse pedido foi julgado improcedente em primeira e segunda instâncias, sob a alegação de que os cargos de delegado, escrivão, perito e agente da PF não são compatíveis com nenhum tipo de deficiência. No entanto, quando o pedido do MPF chegou ao Supremo, por meio do RE 676335, obteve decisão favorável da ministra Cármen Lúcia no dia 21 de março deste ano.
“Os editais descumpriram a decisão proferida”, afirmou o presidente do STF em seu despacho.

Concurso Polícia Federal - STF suspende 600 vagas!! - veja a decisão do Ministro

M
EDIDA CAUTELAR NA RECLAMAÇÃO 14.145 MINAS GERAIS
R
ELATORA :MIN. CÁRMEN LÚCIA
R
ECLTE.(S) :MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL
P
ROC.(A/S)(ES) :
PROCURADOR-GERAL DA REPÚBLICA
R
ECLDO.(A/S) :
UNIÃO
A
DV.(A/S) :
ADVOGADO-GERAL DA UNIÃO
D
ECISÃO :
vistos, etc.
Trata-se de reclamação constitucional, aparelhada com pedido de
medida liminar, proposta pelo Ministério Público Federal, contra ato da
União. Ato consubstanciado na publicação dos “
Editais nº 9/2012, 10/2012
e 11/2012 dos concursos públicos para provimento de vagas nos cargos de
escrivão de Polícia Federal, perito criminal federal e delegado de Polícia Federal,
respectivamente, sem fazer reserva de vagas para pessoas portadoras de
necessidades especiais
”.
2. Pois bem, argúi o autor que os referidos editais desrespeitaram a
decisão monocrática proferida pela ministra Cármen Lúcia no RE 676.335.
Daí requerer a concessão de liminar para
“que sejam suspensos os concurso
públicos para os cargos de escrivão de Polícia Federal, perito criminal federal e
delegado de Polícia Federal, até que a parte reclamada publique editais
retificadores prevendo a reserva de vagas às pessoas com deficiência”.
3. Feito esse aligeirado relato da causa, passo à decisão. Fazendo-o,
pontuo, de saída, que o poder de cautela dos magistrados é exercido num
juízo provisório em que se mesclam num mesmo tom a urgência da
decisão e a impossibilidade de aprofundamento analítico do caso. Se se
prefere, impõe-se aos magistrados condicionar seus provimentos
acautelatórios à presença, nos autos, dos requisitos da plausibilidade
jurídica do pedido (
fumus boni juris) e do perigo da demora na prestação
jurisdicional (
periculum in mora), perceptíveis de plano. Requisitos a ser
aferidos
primo oculi, portanto. Não sendo de se exigir do julgador uma
aprofundada incursão no mérito do pedido ou na dissecação dos fatos
que a este dão suporte, senão incorrendo em antecipação do próprio
conteúdo da decisão definitiva.
4. No caso, tenho por presentes os requisitos necessários à concessão
da liminar. Isso porque, ao ajuizar a ação civil pública, na origem, o
Ministério Público Federal pediu a declaração de inconstitucionalidade
de toda norma que restringisse o acesso de portadores de necessidades
especiais aos cargos da carreira policial federal. Mais: requereu que a
União se abstivesse de publicar editais de abertura de concursos públicos
para a mencionada carreira sem a devida reserva de vagas aos deficientes
físicos.
5. Ora, a ação foi julgada improcedente no primeiro grau de
jurisdição e a subsequente apelação foi desprovida, por meio de acórdão
do Tribunal Regional Federal da 1ª Região. Acórdão segundo o qual “
as
atribuições dos cargos de Delegado, Escrivão, Perito e Agente de Polícia Federal,
integrantes, portanto, da carreira policial federal, não se coadunam com nenhum
tipo de deficiência física
”.
6. Deu-se, então, a interposição de recurso extraordinário (RE
676.335), que foi provido pela ministra Cármen Lúcia (Sua Excelência
assentou que o aresto impugnado destoa da jurisprudência desta nossa
Casa de Justiça, no sentido da obrigatoriedade de destinação de vagas em
concurso público aos portadores de necessidades especiais, nos termos do
inciso VIII do art. 37 da Constituição Federal). Vale ressaltar que o agravo
regimental interposto pela União não possui efeito suspensivo, de acordo
com o § 4º do art. 317 do RI/STF.
7. Nessa contextura, tenho que os Editais nºs 9/2012, 10/2012 e
11/2012 descumpriram a decisão proferida no RE 676.335.
Ante o exposto,
defiro a liminar requestada. O que faço para
suspender os concursos públicos para os cargos de escrivão, perito
criminal e delegado de Polícia Federal, até que a União publique editais
retificadores estabelecendo reserva de vagas aos deficientes físicos.
Solicitem-se informações à reclamada. Após, encaminhem-se os
autos ao Procurador-Geral da República.
Comunique-se.
Publique-se.
Brasília, 09 de julho de 2012.
Ministro
AYRES BRITTO
Presidente
(Inciso VIII do art. 13 do RI/STF)

Concursos públicos - muitas vagas pelo Brasil. Confira!!

Concurseiros: Há, abaixo, uma pequena relação de concursos oferecidos pelo Brasil afora. Vejam só:
ANAC publica edital - fala-se, segundo notícias oficiosas, em até 3.410 vagas.
A SEDS/MG abre concurso para Agente Penitenciário - são 1.035 vagas.
O TJ/SP tem concurso para Escrevente técnico judiciário - salário atraente, de R$ 7.773,95.
O FNDE oferece vag de nível médio e superior.
O IBAMA tem vagas para 300 pessoas.
A PETROBRAS abre estágio para vários Estados.
A Agência Nacional de Águas abre concurso para Téncico Administrativo. Salário até R$ 4.760,18.
A CEMIG tem 800 vagas. Salário de até R$ 5.287,00.
o MPOG abre com 825 vagas.
A PRF definiu a organizadora do concurso. 71 cargos.
A SPTRANS tem 323 vagas. Salários até R$ 4.721,79.
COPASA e subsidiárias abrem 260 vagas (para Minas Gerais). 

Concurso do TJ/SP - Dicas de estudo para o cargo de Escrevente

Como se sabe, o Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo abriu concurso público para 1.035 vagas de escrevente técnico judiciário para a capital, o litoral e o interior. O salário é de R$ 3.355,36. O candidato deve ter nível médio completo. De acordo com especialistas, o edital atual é parecido com o anterior, de 2010. Portanto, quem já vinha se preparando com base no concurso de dois anos atrás, também organizado pela Fundação Vunesp, está na frente da concorrência, que não deve ser pequena. Em 2010, foram 100.833 inscrições para 300 vagas - média de 336 por vaga. Em 2009, foram 323.071 inscritos para 500 vagas - 646,14 por vaga.

As inscrições terminam no dia 11 de outubro e custam R$ 50.

O escrevente executa serviços que envolvem as funções de suporte técnico e administrativo, dá andamento em processos judiciais e administrativos, atende ao público interno e externo, elabora e confere documentos, controla a guarda do material de expediente e se atualiza quanto à legislação pertinente à área de atuação e normas internas.
Dicas gerais
O concurso terá prova objetiva e prova prática de digitação. A prova objetiva está prevista para ser aplicada em 2 de dezembro. Serão 30 questões de língua portuguesa, 38 de conhecimentos em direito e 12 conhecimentos gerais divididas em 4 de atualidades, 4 de matemática e 4 de informática. Para quem vinha estudando pelo edital anterior, é necessário se ater a alterações nas legislações - o maior número de questões é de direito.

Para Leonardo Pereira, diretor do Instituto IOB, como o candidato tem um bom prazo até a realização das provas, a melhor alternativa é começar fazendo uma prova simulada, com as disciplinas que serão cobradas e, a partir dele, elaborar um bom plano de preparação que leve em conta o estudo de doutrinas, realização de exercícios, aulas de reforço e tempo de revisão integrado para a véspera da prova.

Pereira alerta que é necessário estudar muito, já que a prova tende a ser muito concorrida devido ao número de vagas oferecidas. “Como há tempo até a prova, a sugestão é estudar doutrina, ler toda a legislação que é cobrada e fazer uma prova por semana com questões da Vunesp, elementar para quem quer garantir aprovação, fazendo uma prova por domingo, no mesmo horário imaginado para a aplicação das provas, ou seja, entre 8 e 9 da manhã”, diz.

Pereira diz que, por ser um concurso de nível médio, é certo que a maior restrição estará relacionada à parte de direito, não só pelo desconhecimento da matéria, mas também pelo número de questões, que é de 38. “Em um concurso concorrido como esse, sugiro que o candidato tente ‘gabaritar’ a prova de língua portuguesa, que sozinha terá 30 questões. Pelas atribuições do cargo, se estivesse inscrito, decoraria as normas da Corregedoria, que certamente estarão presentes na prova de direito”, afirma.

Ele diz que o edital lançado neste ano é similar ao último, de 2010, mas alerta que o candidato deve se atentar a alterações legislativas que ocorreram desde então.

Carlos Alberto de Lucca, especialista em concursos públicos, recomenda que o candidato leia o edital com atenção para não perder os prazos de inscrição e estudar conforme a quantidade de questões e o conteúdo programático de cada disciplina. “É importante observar que haverá uma prova de digitação. Uma boa dica é ler no edital como será aplicada a prova e já ir praticando”, afirma.

Para De Lucca, estudar a teoria é importante. Mas com a divulgação do edital, o candidato deverá se preparar com materiais mais resumidos e resolver muitas questões de provas anteriores, inicialmente de concursos realizados pela Vunesp com conteúdo programático parecido. Ele alerta que questões de provas muito antigas de direito e informática poderão estar desatualizadas. Neste caso, ele indica estudar por provas mais recentes, mesmo que não tenham sido aplicadas pela Vunesp. Uma sugestão de estudos do especialista até a data da prova é dividir cada período de 3 horas de estudos da seguinte forma: 1 hora para língua portuguesa, 1h30 para 3 das 6 disciplinas de direito e 30 minutos para uma das matérias de conhecimentos gerais. Para De Lucca, o edital ficou muito parecido com o edital passado, mudando essencialmente a distribuição das vagas.

“A primeira dica para toda e qualquer prova da Vunesp é passar rapidamente os olhos por ela, na íntegra, para reconhecer superficialmente as questões apresentadas. Fazendo isso, será possível perceber quais questões são mais simples e quais são mais complexas em cada disciplina. Inicie a resolução da prova pela disciplina com a qual tenha mais afinidade, indo sempre das questões mais simples para as mais complexas”, diz Agnaldo Martino, professor de língua portuguesa da Rede de Ensino LFG. Para Martino, se o candidato estudar os pontos apresentados no programa de cada disciplina, fará uma excelente prova.

Português
De Lucca acha importante estudar língua portuguesa, pois é uma prova eliminatória - o candidato deverá acertar no mínimo metade das questões - e serão 30 das 80 questões, ou seja, 37,5% do total de pontos possíveis da prova. “O programa de português contempla toda a gramática e entendimento de textos. Assim, uma boa maneira de estudar é resolvendo questões de provas anteriores que utilizam textos”, diz.

Martino, da Rede LFG, diz que a prova de língua portuguesa deverá apresentar um texto com várias questões referentes a ele, porém, todas elas são questões gramaticais, que independem da leitura do texto. “Então, deixe de lado a interpretação, pois o programa de língua portuguesa não inclui interpretação de texto. Vá direto para as questões”, diz.

“O importante é estar atento para não cair nas pegadinhas, para isso leia com calma cada item da questão, faça uma leitura crítica, observando cada palavra da frase. Sem pressa ou desespero, você percebe o erro logo na primeira leitura”, diz.

O professor de língua portuguesa considera que o candidato deve estar preparado para todos os itens do programa. “É possível que haja, pelo menos, uma questão de cada assunto citado. Porém, sempre há aquele assunto que aparecerá em duas ou mais questões, são eles: análise sintática – termos da oração (sujeito, predicado, objetos direto e indireto, complemento nominal) – e período composto (orações coordenadas e orações subordinadas). Outro assunto importante são os pronomes, haverá questões com pronomes oblíquos funcionando como objetos direto e indireto, pronomes relativos (principalmente cujo) e pronomes de tratamento (cuidado com a concordância desses pronomes). Verbo também é um assunto que aparece em duas ou mais questões (estude os verbo ter, vir, ver, pôr e haver – e seus derivados)”, explica.

Ele recomenda estudar com mais afinco a sintaxe (concordância verbal e nominal, com ênfase para a verbal); regência verbal e nominal, com ênfase para a verbal, observando também o emprego dos pronomes relativos, interrogativos e oblíquos átonos; crase e pontuação.

Em seguida, ele indica priorizar flexões nominal e verbal. Em relação à nominal, deve-se dar mais atenção aos pronomes de tratamento e à colocação pronominal (próclise, mesóclise e ênclise); quanto à verbal, flexão de voz e a de tempo, principalmente o pretérito perfeito do indicativo e seus derivados (pretérito mais-que-perfeito do indicativo, futuro do subjuntivo e pretérito imperfeito do subjuntivo). “Haverá frases com verbos escritos de forma equivocada, por exemplo, ‘Os pais interviram na briga dos meninos’, e o correto é ‘intervieram’.”
Segundo Martino, em análise sintática, haverá questões do tipo: “Assinale entre as opções abaixo aquela em que aparece um termo com a mesma função do termo em destaque na seguinte frase: As meninas falaram favoravelmente ao réu.”. No caso, o termo em destaque é um complemento nominal, então o candidato terá que descobrir nas alternativas aquela em que aparece um termo com a mesma classificação sintática.

O professor alerta que o concurso cobrará as regras anteriores ao Decreto 6.583 de 29/09/2008, ou seja, não será usada a nova ortografia. “Faça tudo como você fez durante seus anos escolares: use trema, use acento agudo nos ditongos abertos “éi”, “éu” e “ói”, estude os acentos diferenciais e considere o uso do hífen de acordo com as regras anteriores à reforma ortográfica. Como o estudo da ortografia depende da leitura, não adianta ficar decorando regras ortográficas. Já para a acentuação e o emprego do hífen, as regras são importantes”.

“A melhor maneira de se estudar português é fazer exercícios consultando uma gramática. Não resolva as questões como se você estivesse fazendo um simulado, resolva cada questão pesquisando cada item. Assim, você comprova aquilo que já sabe e aprende outras coisas. Dessa maneira, você demorará algum tempo em cada questão, porém terá certeza da resposta. Resolva várias provas em nível médio já aplicadas pela Vunesp, isso ajuda muito a melhorar seu desempenho.”

Direito
De Lucca diz que as disciplinas de direito também devem ser priorizadas, pois, como língua portuguesa, são eliminatórias, e o candidato deverá acertar no mínimo metade da prova. “Porém, como foi dividido em 6 partes (direito penal, direito processual penal, direito processual civil, direito constitucional, direito administrativo e normas da Corregedoria Geral da Justiça), o candidato deverá acertar no mínimo 19 das 38 questões do total da prova e não de cada direito. É muito importante estudar somente os artigos pedidos no conteúdo programático do edital”, afirma.

No caso do direito penal, De Lucca recomenda estudar Código Penal com as alterações vigentes - artigos 293 a 305; 307; 308; 311-A; 312 a 317; 319 a 333; 335 a 337; 339 a 347; 350 e 357. No direito processual penal, ele ressalta o Código de Processo Penal com as alterações vigentes - artigos 251 a 258; 261 a 267; 274; 351 a 372; 394 a 497; 531 a 538; 541 a 548; 574 a 667 e Lei nº 9.099 de 26.09.1995 (artigos 60 a 83; 88 e 89). Em relação a direito processual civil, os itens importantes são Código de Processo Civil - com as alterações vigentes - artigos 134 a 144; 154 a 242; 270 a 475; 496 a 538; Lei nº 9.099 de 26.09.1995 (artigos 3º ao 19) e Lei 12.153 de 22.12.2009. Em direito constitucional, De Lucca ressalta Constituição Federal – com as alterações vigentes - Título II; Capítulos I; II e III e Título III; Capítulo VII; Seções I e II e artigo 92.

Em relação a direito administrativo, merecem destaque o Estatuto dos Funcionários Públicos Civis do Estado de São Paulo (Lei 10.261/68) – com as alterações vigentes - artigos 239 a 331; e Lei Federal nº 8.429/92 (Lei de Improbidade Administrativa). Em relação às Normas da Corregedoria Geral da Justiça, é possível acessá-las no portal do Tribunal de Justiça www.tjsp.jus.br, na área Institucional / Corregedoria / Normas Judiciais), com destaque para Tomo I - Capítulo II: Seção I; Seção II – Subseção I; Seção III – itens 33 a 50 e 84 a 114.

Fabricio Bolzan, professor de direito administrativo e do consumidor da Rede de Ensino LFG, afirma que o concurso questionará o conteúdo existente nos textos de lei correspondente, ou seja, o candidato para estudar direito penal deverá estar com o Código Penal em mãos, para estudar direito constitucional deverá contar com a Constituição Federal, e assim sucessivamente.

“Sugiro a escolha de um livro com linguagem fácil e acessível voltado para esses tipos de concursos públicos de nível médio para ajudar principalmente candidatos sem formação jurídica a encontrar o significado de certos termos da lei que são de difícil compreensão sem um auxílio especializado”, diz.

Outras disciplinas
De Lucca lembra que as matérias de conhecimentos gerais (atualidades, informática e matemática) terão 4 questões em cada. “Apesar de não ser eliminatório, já que o candidato não precisa acertar uma quantidade mínima de questões, na prática, devido à grande concorrência, o candidato será aprovado se tiver também um bom desempenho nessas disciplinas”, afirma.

Suspenso concurso da Câmara dos Deputados!!

A Justiça Federal de Roraima concedeu na terça-feira (11) liminar que suspende o concurso público da Câmara dos Deputados para 138 vagas de analista e técnico legislativo até que o edital seja alterado para permitir a realização das provas em todas as capitais do país. O juiz Helder Girão Barreto determinou ainda que seja reaberto o prazo de inscrição. A decisão assegura, ainda, que os candidatos já inscritos tenham a possibilidade de escolher o local para fazer a prova objetiva. São 133 vagas de nível superior e 5 de nível médio/técnico. A Câmara dos Deputados informou, por meio de sua assessoria de imprensa, que ainda não foi notificada oficialmente da decisão, mas tão logo seja comunicada da liminar, apresentará recurso. Já o Cespe/UnB, entidade organizadora do concurso, informou que não foi notificado sobre a decisão até o momento.
 
 
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